Apenas um Atlético
Ainda me pergunto o que houve com o Atlético desde a partida contra o Fluminense, na Arena da Baixada, onde todo o encanto de mais uma possível Libertadores para o Furacão, foi embora.
Desde aquele dia o Furacão não foi mais o mesmo em campo. Escalações erradas, desanimo e imaturidade marcam o time rubro-negro desde aquele amargo 3 a 0 dentro de casa.
A ideia da equipe ser composta por jovens jogadores não está surtindo efeito, o Atlético NECESSITA de um cabeça em campo. Isso todo mundo sabe. E pior, o setor técnico do time, deixou o setor mais sensível da equipe na mão de dois jogadores que não têm um pingo de experiência para enfrentar uma Brasileirão, em suas proporções de disputa. Uma zaga com Léo Pereira e Cléberson, é de deixar qualquer torcedor preocupado.
O meio campo do time precisa de uma reformulação urgente. Deivid que poderia fazer o papel de maestro experiente no time comete mais eros infantis do que os próprios jogadores novos. E Marcos Guilherme, é a única surpresa das jovialidades de Petraglia. O garoto não desiste em nenhuma partida, corre, incentiva os companheiros e tenta - com sua pouca idade - levar um time inteiro nas costas.
A derrota neste domingo (03/08), contra o Galo mostrou como uma ferida aberta, todos esses erros no Furacão. Onde a equipe batalhou pelo empate em 1 a 1, e em seguida a própria equipe do Furacão, entregou o jogo com dois gols contra, encerrando a noite em 3 a 1 e mais uma derrota no bolso.
A derrota neste domingo (03/08), contra o Galo mostrou como uma ferida aberta, todos esses erros no Furacão. Onde a equipe batalhou pelo empate em 1 a 1, e em seguida a própria equipe do Furacão, entregou o jogo com dois gols contra, encerrando a noite em 3 a 1 e mais uma derrota no bolso.
As coisas precisam melhorar no time do Furacão, caso contrario o objetivo da equipe não será perseguir o G4 da parte de cima da tabela, e sim, fugir do Z4 do lado debaixo.
Evellyn Heloise
