créditos a imagem: redacaoemcampo.com
E o Furacão foi a campo, na ultima quarta-feira 28, jogar
contra o Toledo e brigar por uma vaga na ponta da tabela.
Carrasco por sua vez resolveu poupar jogadores, e escalou um elenco misto para a partida. Não foi um dos melhores jogos do Atlético, mas foi o suficiente para garantir os três pontos e se aproximar dos lideres. Os grandes nomes desse jogo foram Edigar Junio e Alan Bahia, o novato que deu um show de bola, marcando um dos dois gols do Rubro-negro da noite o outro foi de Zezinho, e o veterano mostrando o seu bom futebol novamente aqui nos gramados do Paraná.
As modificações que Carrasco fez, algumas funcionaram e outra nem tanto. Gabriel Marques estava na zaga, Pablo voltou para a lateral, de onde eu acho que ele realmente não deveria sair, Paulo Otávio no meio-campo e Harrison na ponta esquerda. Todos esses "testes" que o técnico do Furacão fez, deixou o meio-campo sem armação, o que deixou o elenco muito vulnerável nesse setor causando boas investidas do time do Toledo ao gol de Vinicius.
Muitas vezes o torcedor critica essa atitude do Carrasco em modificar o elenco quase todo jogo. Precisamos entender que o técnico esta tentando achar a melhor forma de armar um elenco bom para o Campeonato Brasileiro da série B. Pois querendo ou não, é uma fase difícil que o Furacão irá encontrar, não terá apenas ele querendo subir para a série A, então será necessário um elenco de qualidade, e nada melhor do que um alguns testes serem feitos até encontrarmos aquele time que traga vitórias, e possivelmente a volta para a série A.
E quem mais precisa entender essas modificações, são os próprios jogadores. No caso desse jogo, o meia Harrison foi sacado do time ainda no primeiro tempo, e pelo que demonstrou, não gostou nada de ter saído. É o caso também do Marcinho que no jogo contra o Roma, foi substituído ainda no primeiro tempo, não gostou da atitude do técnico e deixou o gramado direto para os vestiários. Sabemos que muitas vezes o técnico erra, na alteração de um jogador, mas não é motivo para sair do campo e ficar de cara amarrada no banco de reservas, não é atitude de jogador profissional, tem que saber a hora de jogar e a hora de ser substituído, vida de jogador é assim, é o técnico que manda, e nesse caso o Carrasco gosta de deixar as coisas do jeito que ele gosta.
No segundo tempo o Atlético em si, demonstrou-se bastante desentrosado e perdido em meio a tática que Carrasco tentou armar, as melhores chances do segundo tempo foram em contra-ataques com Edigar. Vale deixar claro, que o Atlético esta a poucos dias de enfrentar o Criciúma pela Copa do Brasil, e ainda não tem um time que seja o titular absoluto. Fica a pergunta no ar: Será que o Carrasco já tem uma escalação de um time a altura de uma Copa do Brasil em mente?
Carrasco por sua vez resolveu poupar jogadores, e escalou um elenco misto para a partida. Não foi um dos melhores jogos do Atlético, mas foi o suficiente para garantir os três pontos e se aproximar dos lideres. Os grandes nomes desse jogo foram Edigar Junio e Alan Bahia, o novato que deu um show de bola, marcando um dos dois gols do Rubro-negro da noite o outro foi de Zezinho, e o veterano mostrando o seu bom futebol novamente aqui nos gramados do Paraná.
As modificações que Carrasco fez, algumas funcionaram e outra nem tanto. Gabriel Marques estava na zaga, Pablo voltou para a lateral, de onde eu acho que ele realmente não deveria sair, Paulo Otávio no meio-campo e Harrison na ponta esquerda. Todos esses "testes" que o técnico do Furacão fez, deixou o meio-campo sem armação, o que deixou o elenco muito vulnerável nesse setor causando boas investidas do time do Toledo ao gol de Vinicius.
Muitas vezes o torcedor critica essa atitude do Carrasco em modificar o elenco quase todo jogo. Precisamos entender que o técnico esta tentando achar a melhor forma de armar um elenco bom para o Campeonato Brasileiro da série B. Pois querendo ou não, é uma fase difícil que o Furacão irá encontrar, não terá apenas ele querendo subir para a série A, então será necessário um elenco de qualidade, e nada melhor do que um alguns testes serem feitos até encontrarmos aquele time que traga vitórias, e possivelmente a volta para a série A.
E quem mais precisa entender essas modificações, são os próprios jogadores. No caso desse jogo, o meia Harrison foi sacado do time ainda no primeiro tempo, e pelo que demonstrou, não gostou nada de ter saído. É o caso também do Marcinho que no jogo contra o Roma, foi substituído ainda no primeiro tempo, não gostou da atitude do técnico e deixou o gramado direto para os vestiários. Sabemos que muitas vezes o técnico erra, na alteração de um jogador, mas não é motivo para sair do campo e ficar de cara amarrada no banco de reservas, não é atitude de jogador profissional, tem que saber a hora de jogar e a hora de ser substituído, vida de jogador é assim, é o técnico que manda, e nesse caso o Carrasco gosta de deixar as coisas do jeito que ele gosta.
No segundo tempo o Atlético em si, demonstrou-se bastante desentrosado e perdido em meio a tática que Carrasco tentou armar, as melhores chances do segundo tempo foram em contra-ataques com Edigar. Vale deixar claro, que o Atlético esta a poucos dias de enfrentar o Criciúma pela Copa do Brasil, e ainda não tem um time que seja o titular absoluto. Fica a pergunta no ar: Será que o Carrasco já tem uma escalação de um time a altura de uma Copa do Brasil em mente?
Evellyn Heloise

